Incontestáveis olhos de menina.
Me fazem crer no melhor em mim.
Almejo essa tua capacidade de enxergar.
Sabes tudo aquilo que transparece aos teus olhos.
Unicamente.
Incontroláveis esses teus olhos.
São curiosos e me olham sem medo.
Tola sou eu ao subestimá-los.
Inalcansáveis são os meus, os meus olhos...
Não te deixam olhar. Te inibem!
Faz parte da vida.
E um dia entenderás.
Certos olhos só querem os impossíveis.
Isso vale para os meus também.
Perdão por não permiti-los.
Não me cabem por hora...
Unicamente e só.
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sexta-feira, 6 de agosto de 2010
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Nostalgia
A madrugada me remete sempre a mesma sensação. Estou com sede de beber a vida, a vida, a longos tragos, como de um divino vinho de Falerno. Absorver cada gotícula dessa minha passagem na estrada de Damasco, o meu caminho. Reviver cada instante que aderiu ao meu corpo de vinho forte e me fez ser mais que a sombra de uma sombra, por entre tanta sombra igual a mim! Quero voltar!
Estou saudosa em sentir os infinitos grãos de areia sob meus pés numa caminhada que percorria Leblon e Arpoador (isto pelo mais ingênuo prazer de fazer aquele trajeto, não que eu ainda não o faça, ou venha fazê-lo novamente, mas não é mais parte de uma rotina diária tão severamente cumprida). Estou com saudades das festinhas em Santa Teresa na casa de Dani, saudades daquelas noites viradas, das risadas em torno de um narguilé, arrisco dizer até que sinto saudade das ressacas do vinho degustado naquele terraço. Sinto falta das empadas do Antônio's na Lapa, das Quartas-feiras no Galeria Café em Ipanema e das batucadas de pandeiro. Sinto falta das Sextas-feiras pós Outback com a Marcele, nosso lugar cativo nas areias do Leblon, um cigarro de menta e uma Aquarius Fresh de limão. Sinto falta das Segundas-feiras com a Carol, das nossas conversas e afagos na orla de São Conrado, da nossa cumplicidade desmedida. Saudades de comer no japonês com a Luiza, saudades das garrafas de saquê num sushi aqui na Barra da Tijuca, saudades da linda vista do Kotobuki e até mesmo dos diversos "Konis" espalhados nos aredores de Botafogo. Saudades loucas da macarronada da Naira e de beber, digo...BEBER na casa da Isabella. Sinto muita falta das loucuras minha e de Brígida pelo Rio de Janeiro, dos ingressos de shows colados na agenda, de não medir gastos quando o assunto era música, música brasileira. Saudades de Moska, Chico César, Lenine, Dois quartos, Samba Meu e Canecão. Estou com saudades do amor de menina, amor à primeira vista ou à primeira música ouvida. Saudades contínuas dos meus amores platônicos, dos que se perderam e dos que ainda vivem em mim.
Oh! Que saudades que tenho da aurora da minha vida...
"A estrada de Damasco, o meu caminho,
O meu bordão de estrelas de ceguinho,
Água da fonte de que estou sedenta!"
Estou saudosa em sentir os infinitos grãos de areia sob meus pés numa caminhada que percorria Leblon e Arpoador (isto pelo mais ingênuo prazer de fazer aquele trajeto, não que eu ainda não o faça, ou venha fazê-lo novamente, mas não é mais parte de uma rotina diária tão severamente cumprida). Estou com saudades das festinhas em Santa Teresa na casa de Dani, saudades daquelas noites viradas, das risadas em torno de um narguilé, arrisco dizer até que sinto saudade das ressacas do vinho degustado naquele terraço. Sinto falta das empadas do Antônio's na Lapa, das Quartas-feiras no Galeria Café em Ipanema e das batucadas de pandeiro. Sinto falta das Sextas-feiras pós Outback com a Marcele, nosso lugar cativo nas areias do Leblon, um cigarro de menta e uma Aquarius Fresh de limão. Sinto falta das Segundas-feiras com a Carol, das nossas conversas e afagos na orla de São Conrado, da nossa cumplicidade desmedida. Saudades de comer no japonês com a Luiza, saudades das garrafas de saquê num sushi aqui na Barra da Tijuca, saudades da linda vista do Kotobuki e até mesmo dos diversos "Konis" espalhados nos aredores de Botafogo. Saudades loucas da macarronada da Naira e de beber, digo...BEBER na casa da Isabella. Sinto muita falta das loucuras minha e de Brígida pelo Rio de Janeiro, dos ingressos de shows colados na agenda, de não medir gastos quando o assunto era música, música brasileira. Saudades de Moska, Chico César, Lenine, Dois quartos, Samba Meu e Canecão. Estou com saudades do amor de menina, amor à primeira vista ou à primeira música ouvida. Saudades contínuas dos meus amores platônicos, dos que se perderam e dos que ainda vivem em mim.
Oh! Que saudades que tenho da aurora da minha vida...
"A estrada de Damasco, o meu caminho,
O meu bordão de estrelas de ceguinho,
Água da fonte de que estou sedenta!"
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
(revira)voltas
corriqueiras são as reviravoltas,
que vêm correndo e voltando à tona, revirando o coração.
sem demora revigoram o ego e volatilizam qualquer senão...
daquele tempo bom, que agora,
revira e volta.
que vêm correndo e voltando à tona, revirando o coração.
sem demora revigoram o ego e volatilizam qualquer senão...
daquele tempo bom, que agora,
revira e volta.
terça-feira, 14 de abril de 2009
destoando
queria aprender a tocar violão, queria viajar pelo mundo e queria entender caetano veloso, djavan, dostoiévski e a crise econômica mundial. sinceramente não compreendo porque a maioria das pessoas adoram futebol, curtem músicas sem letras e não vivem sem coca cola. não sei andar com nenhum tipo de salto alto, esqueço números facilmente, brinquei de boneca até os quinze anos e já fui nerd. acredito que o koni foi a maior invenção deste século. amores? também aposto nos platônicos. nunca consegui terminar de assitir titanic, nunca fui ao cristo redentor, nem nunca viajei pra disney. meu cartão-postal favorito é o dois irmãos. descobri que pessoas são raras e se perdem de você facilmente, descobri que mãe não é eterna e descobri que sofrer por amor não é só tema de novelas. devoro moska, me aconselho em lispector, elisa me serve de inspiração e agradeço muitas coisas à ana. respiro música, curo meu tédio com agatha christie e, não é que eu não goste de bundas, mas prefiro peitos.
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